domingo, 22 de dezembro de 2019

Argos

Argos chegou à família com duas semanas de vida, e sua revolução está sendo feita com muito amor. Pois é, mudanças acontecem quando adotamos um animalzinho para criar e amar. Um monte de "pode e não pode" mudam não somente a disposição de móveis e utensílios, mas também nossos hábitos, horários; mas abrem as portas para gostosas risadas, e o coração para a ternura (essa palavra anda meio esquecida, né?). Alegria chegou junto com esse lobinho de olhos azuis (vide foto).
"Ah, dá muito trabalho!", "Prende em casa", "Sofri muito com o que tive e morreu", justificativas que me fazem pensar: pessoas não trazem desafios? Pessoas queridas se vão, morrem... E daí? Devemos prosseguir gritando por aí que nunca mais vamos amar?
Realmente, parece que coincidências não existem, porque achei, há pouco, algo interessante num livro antigo que tem me deliciado com sua sabedoria: "O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido seca os ossos" - Rei Salomão.

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